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O jejum intermitente é seguro para todo mundo?

O jejum intermitente tem se tornado uma estratégia bastante popular para quem busca emagrecimento, melhora da saúde metabólica e até mais energia no dia a dia. Mas, apesar de todos os benefícios divulgados, surge uma dúvida importante: será que ele é seguro para qualquer pessoa?



A prática consiste em alternar períodos de jejum (sem consumo de calorias) com períodos de alimentação, podendo variar entre protocolos mais curtos, como 12 horas de jejum, até os mais prolongados, de 16 a 20 horas. Estudos indicam que, quando bem orientado, o jejum intermitente pode auxiliar no controle de peso, na sensibilidade à insulina e até na redução de inflamações.


Porém, nem todo mundo deve adotar essa estratégia. Pessoas com histórico de distúrbios alimentares, gestantes, lactantes, adolescentes e indivíduos com certas condições de saúde, como diabetes não controlado, precisam de cautela — e, muitas vezes, devem evitar o jejum. Além disso, praticar jejum sem orientação profissional pode levar a sintomas como tontura, fadiga, compulsão alimentar e até deficiências nutricionais.


A chave está na individualidade. O que funciona para uns pode não ser adequado para outros. Por isso, antes de iniciar qualquer protocolo de jejum intermitente, é essencial buscar orientação de um nutricionista ou médico, que poderá avaliar se essa é a melhor estratégia para cada caso.


Em resumo: o jejum intermitente pode ser seguro e eficaz, mas não é universal. A decisão deve ser baseada em necessidades, objetivos e, principalmente, na saúde individual de cada pessoa.

 
 
 

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