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Comer pouco demais pode impedir o emagrecimento? Entenda os efeitos da restrição excessiva

Quando o objetivo é emagrecer, muitas pessoas acreditam que quanto menos comer, mais rápido o peso vai baixar. Porém, comer pouco demais pode, sim, atrapalhar o emagrecimento, especialmente a longo prazo.



O que acontece quando comemos muito pouco?

Ao perceber uma ingestão calórica muito baixa por um período prolongado, o corpo entra em um modo de adaptação. Isso significa que o organismo passa a economizar energia, reduzindo o gasto calórico para se proteger.


Metabolismo mais lento

Dietas muito restritivas podem levar à diminuição do metabolismo basal. Com isso, o corpo passa a gastar menos energia mesmo em repouso, tornando o emagrecimento mais difícil.


Perda de massa muscular

Comer pouco demais pode favorecer a perda de massa muscular. Como o músculo é um tecido metabolicamente ativo, sua redução diminui ainda mais o gasto energético diário.


Aumento da fome e da compulsão

A restrição excessiva aumenta a produção de hormônios da fome e reduz a saciedade. Isso pode levar a episódios de compulsão alimentar, criando um ciclo de restrição e exagero que dificulta o emagrecimento.


Queda de energia e desempenho

Uma alimentação insuficiente pode causar cansaço, falta de disposição, dificuldade de concentração e pior desempenho nos treinos, reduzindo o gasto calórico total do dia.


Comer mais pode ajudar?

Em muitos casos, sim. Ajustar a alimentação para uma quantidade adequada, com refeições equilibradas e nutrientes suficientes, ajuda o corpo a sair do modo de economia de energia e favorece o emagrecimento sustentável.


Conclusão

Comer pouco demais não é sinônimo de emagrecer melhor. O emagrecimento saudável acontece quando o corpo recebe a energia necessária para funcionar bem, aliada a bons hábitos e constância.

 
 
 

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